A presidente Dilma Rousseff voltou a Brasília disposta a levar adiante a promessa de reduzir os juros exorbitantes cobrados pelos cartões de crédito. Desde que afirmou, em cadeia de rádio e tevê, em 6 de setembro, que “não descansaria” enquanto as taxas que passam de 10% ao mês caíssem para níveis civilizados, ela ouviu uma série de relatos sobre os abusos cometidos por bancos e administradoras de cartões.
Além de mandar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a reduzirem os encargos dos cartões de seus clientes, Dilma escalou o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para reforçarem a insatisfação do governo. A ordem é a seguinte: ou os bancos baixam os juros por bem ou serão infernizados pelo BC, pela Fazenda e pelo Ministério da Justiça, esse, por meio da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor.
O governo vai esperar os próximos dados sobre o comportamento das taxas de juros ao consumidor para ver até que ponto os bancos e as administradoras se movimentaram. Nos levantamentos de agosto, realizados pelo BC e pelo mercado, nada mudou. Os encargos dos cartões estão estacionados em 10,7% ao mês, em média, há mais de um ano. Todas as demais modalidades de crédito ficaram mais baratas no período. “Ou seja, a presidente está mais do que certa ao expressar o seu descontentamento. Acabou o espaço para aberrações nas taxas de juros. A guerra contra os cartões de crédito está declarada”, diz um assessor de Dilma.
Fonte: Correio Braziliense
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