A visita da presidente Dilma Rousseff a Portugal, cuja programação oficial limita-se a esta segunda-feira, gerou uma situação inusitada: o motivo oficial da viagem é participar do encerramento do Ano do Brasil em Portugal. No entanto, não está previsto que ela participe de nenhuma das várias atividades do encerramento do ano. Mas a viagem deverá servir para firmar acordos educacionais e para discutir a participação de empresas do Brasil na privatização de companhias portuguesas.
O programa oficial de Dilma inclui apenas encontros com o presidente português, Aníbal Cavaco Silva, e o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e participações na cerimônia de entrega do Prêmio Camões de 2013 ao escritor moçambicano Mia Couto. O semanário português Expresso publicou que a viagem seria um agradecimento pelo voto do governo português em favor do embaixador brasileiro Roberto Azevêdo na eleição do novo diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, contra a posição da União Europeia.
Segundo a imprensa portuguesa, o governo brasileiro quer participar do programa de privatizações de Portugal. Entre as empresas a serem privatizadas estão a companhia aérea TAP, os correios e companhias de distribuição de água. Questionado pelos jornalistas brasileiros, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou que o BNDES poderia financiar as aquisições por parte das empresas brasileiras.
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