A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (24) em discurso de abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, que as ações de espionagem dos Estados Unidos no Brasil “ferem” o direito internacional e “afrontam” os princípios que regem a relação entre os países. Dilma iniciou o discurso, que durou 23 minutos, lamentando atentado terrorista da semana passada no Quênia e matou mais de 50 pessoas. “Jamais transigiremos com a barbárie”, disse. Em seguida, passou a criticar as ações de espionagem dos Estados Unidos das quais ela, assessores e a estatal Petrobras foram alvos, segundo revelou o programa Fantástico.
Para a presidente, “imiscuir-se dessa forma na vida dos outros países fere o direito internacional e afronta os princípios que devem reger as relações entre eles, sobretudo, entre nações amigas”. Diante das delegações de mais de 190 países, inclusive dos Estados Unidos, Dilma afirmou que “não procedem” as afirmações do governo norte-americano de que a interceptação da comunicação de autoridades destina-se a proteger os cidadãos contra o terrorismo. “O Brasil repudia, combate e não dá abrigo a grupos terroristas. Somos um país democrático”, declarou. A fala de Dilma antecedeu o discurso do presidente norte-americano, Barack Obama. Na última terça-feira (17), ela anunciou o adiamento da visita de Estado que faria em outubro a Washington, nos Estados Unidos, em razão das denúncias de espionagem.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,4850 DÓLAR TURISMO: R$ 5,6870 EURO: R$ 6,1590 LIBRA: R$ 7,3850…
Milhares de paraguaios foram às ruas de Assunção nessa terça-feira (3) para exigir acesso ao…
A Câmara Municipal de Natal instalou uma Comissão Especial de Inquérito (CEI), no último dia…
A Receita Federal reteve aproximadamente R$ 66,5 mil em mercadorias durante uma ação da Operação…
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (4/11) a versão em comprimido…
This website uses cookies.