Isenções tributárias garantidas por lei a igrejas e clubes de futebol, por exemplo, representam um terço do rombo previsto para as contas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) no ano que vem. Pensando nisso em tempos de crise econômica, deputados federais avaliam rever tais isenções, segundo reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a publicação, a ideia dos deputados é aproveitar o debate em torno da reforma da Previdência para rever o tema. A estimativa é de que o governo deve renunciar a R$ 62,5 bilhões em contribuições.
Ainda segundo a Folha de S. Paulo, as isenções concedidas a igrejas e instituições de ensino religiosas estão entre os principais alvos dos deputados. Os parlamentares pensam também em mudar a cobrança de clubes de futebol, que antes recolhiam um percentual da folha de salários e agora pagam 5% sobre o total do faturamento.
Ouvido pela reportagem, o deputado João Campos (PRB-GO), coordenador da bancada evangélica da Câmara, avaliou tal resistência a essas isenções tributárias como “um retrocesso para a sociedade”. A justificativa do parlamentar é de que esse benefício nada mais é do que “uma contrapartida por aquilo que as entidades filantrópicas realizam no lugar do Estado”.
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