A Dell anunciou nesta segunda-feira (6) que irá cortar cerca de 6.650 empregos, ou 5% de sua força de trabalho global, enquanto a fabricante de PCs lida com a queda na demanda e se prepara para a incerteza econômica.
A empresa se junta a um grupo de companhias americanas que vão da Goldman Sachs à Alphabet, dona do Google, que anunciaram recentemente milhares de cortes de empregos para ajudar a superar a desaceleração da demanda à medida que os gastos dos consumidores e das empresas encolhem devido à alta inflação e ao aumento das taxas de juros.
“O que sabemos é que as condições do mercado continuam a se deteriorar com um futuro incerto”, escreveu o co-CEO Jeff Clarke em um memorando aos funcionários.
Os movimentos da Dell até agora para navegar em um ambiente econômico desafiador, incluindo a pausa na contratação externa, limitação de viagens e redução de gastos com serviços externos, “não são mais suficientes”, disse Clarke no memorando, que a empresa tornou público.
As demissões nos Estados Unidos atingiram uma alta de mais de dois anos em janeiro, com as empresas de tecnologia cortando empregos no segundo ritmo mais alto já registrado para se preparar para uma possível recessão, mostrou um relatório nesta quinta-feira.
A Dell tinha cerca de 133.000 funcionários em 28 de janeiro de 2022, dos quais cerca de um terço estava baseado nos Estados Unidos.
Fonte: G1RN
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