A equipe econômica está fazendo as contas para anunciar, até o fim de agosto, a revisão das metas fiscais deste ano e de 2018. Já está certo que não há como se limitar aos deficits previstos, de até R$ 139 bilhões e de até R$ 129 bilhões, respectivamente. Cálculos preliminares indicam que, dentro do aperto que se vê nas contas deste ano, com a máquina pública a ponto de parar, o rombo de 2017 deve ficar entre R$ 150 bilhões e R$ 155 bilhões. Se prevalecer uma meta nesse patamar, o governo poderá reduzir um pouco o contingenciamento de R$ 44,9 bilhões e diminuir o estresse por receitas extraordinárias. A previsão é arrecadar algo perto de R$ 20 bilhões com leilões nas áreas de petróleo e de energia elétrica.
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