O cenário virou e as expectativas com relação a um reajuste nos preços da gasolina que chegou a ser cogitado por analistas do setor de petróleo nos últimos dois meses perderam um pouco de força. Após dois meses sendo vendida com uma defasagem de 10% em relação aos preços externos, os preços da gasolina no mercado interno ainda não zeraram as perdas, mas recobraram um pouco do fôlego em agosto, ajudados pela queda dos preços internacionais do petróleo. Segundo especialistas, a desvantagem do combustível deve ficar entre 4% e 5% no mês.
Além do cenário menos negativo para os preços da gasolina, analistas indicam ainda que a vantagem na venda do diesel o combustível mais relevante no faturamento da Petrobras deve aumentar. A estatal já vinha vendendo o diesel acima dos preços externos desde o início do ano, mas o movimento perdeu um pouco de força entre maio e junho.
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