O corpo é de José Maciel da Silva Dantas, que morreu durante um confronto com a Polícia Militar no domingo (8) e foi enterrado na segunda-feira (9).
A Polícia Civil abriu investigação do caso, que é tratado como vilipêndio de cadáver.
O crime, previsto no Código Penal Brasileiro, ocorre quando há desrespeito ou profanação de um corpo e pode resultar em pena de até três anos de prisão, além de multa.
A motivação do crime era desconhecida. A polícia também não havia informado sobre suspeitos do crime.
De acordo com a Polícia Científica, os suspeitos abriram a cova, retiraram a tampa do caixão, colocaram um pano sobre o corpo e atearam fogo.
O cadáver não foi retirado da sepultura. A perícia identificou apenas sinais leves de chamuscamento.
A violação foi percebida nas primeiras horas da manhã desta terça (10). Segundo a Polícia Científica, esse é o primeiro registro de um caso deste tipo no Rio Grande do Norte.
José Maciel da Silva Dantas morreu no domingo após confronto com a polícia. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, mas não resistiu aos ferimentos.
Fonte: G1RN
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