A Coreia do Sul vai tentar impulsionar um tratado de paz com a Coreia do Norte, um país com o qual se encontra tecnicamente em guerra, durante a próxima cúpula de líderes das duas nações e fornecer acesso à desnuclearização de Pyongyang, segundo afirmou o governo de Seul hoje (18).
O governo sul-coreano “está referindo” a esta possibilidade com os Estados Unidos, que também participou da Guerra da Coreia (1950-1953), e que seria colocada como uma forma de garantir a cessação das hostilidades na península coreana se Pyongyang decidir renunciar ao seu programa de armas nucleares.
Assim, um pacto que avança sobre o atual armistício entre as partes poderia estar sobre a mesa nas cúpulas que acontecerão na próxima semana entre o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jon-un; e este último com o presidente americano, Donald Trump, em junho.
Trump apoiou tal possibilidade em declarações feitas ontem (17), na sua residência de Mar-a-Lago, em Palm Beach (Flórida), onde se reuniu com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo, em um encontro também marcado pelo diálogo com Pyongyang.
As Coreias do Norte e do Sul encerraram o confronto no dia 27 de julho de 1953 com um armistício assinado pelo exército norte-coreano, China e EUA em nome do comando das Nações Unidas, e que nunca foi substituído por um tratado de paz definitiva.
Fonte: Agência EFE
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