O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pretende resolver até a próxima terça (26) o impasse sobre a permanência do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Alves havia prometido resolver a situação ontem, o que não ocorreu.Hoje voltou a pressionar por uma solução para o impasse criado, mas o alvo da polêmica insiste em negar que haja crise.
Feliciano, eleito no início do mês para o cargo, é acusado por movimentos sociais de ser homofóbico e racista. Eles pedem a renúncia do parlamentar do comando da comissão. Feliciano nega as acusações e diz que apenas defende posições comuns aos evangélicos, como ser contra a união civil homossexual.O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, entende que é inadequado o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara e que o partido deve procurar outro nome para evitar os atuais protestos.
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