A disparada da inflação está fazendo as famílias retomarem velhos hábitos de consumo. As compras de mês — prática muito comum na década de 1980 e início dos anos 1990 — voltaram com tudo. A necessidade de estocar mercadorias, principalmente alimentos não perecíveis, está tão latente, que as vendas dos supermercados estão se concentrando nos primeiros 15 dias do mês. Na segunda quinzena, em média, o movimento nas lojas chega a cair 70%. As pessoas estão preocupadas com a possibilidade de o país voltar ao caos dos tempos anteriores ao Plano Real. As compras de mês se intensificaram quando as famílias sentiram o baque no orçamento provocado pela alta das tarifas públicas, sobretudo as de energia elétrica.
Pelos cálculos da Associação Paulista de Supermercados (Apas), que acompanha o movimento do principal centro consumidor do país, 40% do volume total de vendas do setor estão concentrados nos 10 primeiros dias do mês. Aos poucos, está se voltando ao quadro que prevalecia antes do Plano Real, quando de 60% a 70% das vendas se concentravam nos primeiros 10 dias. A alta dos preços é muito ruim para os consumidores, sobretudo os mais pobres. A inflação está em alta desde 2011, quando Dilma Rousseff tomou posse. Em 2015, atingiu 10,67%, a maior em 13 anos. Em janeiro, os alimentos computaram o maior reajuste para o mês: 2,28%.
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