CRISTIANO RONALDO, COCA-COLA E ECONOMIA –
Quando chegou à coletiva de imprensa recentemente, Cristiano Ronaldo encontrou duas garrafas de Coca-Cola à sua frente, tendo afastando-as e substituído-as por uma garrafa de água. De repente foi noticiado que deste gesto teria causado desvalorização de 4 bilhões de dólares das ações da Coca-Cola nas bolsas de valores.
Quando os especialistas tentavam explicar não haver nenhuma relação entre a atitude do jogador e a perda do valor da marca era tarde. Porque o mundo inteiro já discutia se era legítimo que Cristiano Ronaldo tivesse destruído o império de um dos patrocinadores da Eurocopa, sendo assim como Ricardo Araújo Pereira narra o fato em artigo na Folha de São Paulo, edição de 20 de junho de 2022.
Ao mesmo tempo em que lembra que Ronaldo havia gravado um comercial para a Coca-Cola em 2006, em relação ao que poder-se-ia agora entender que o foi por força do provável cachê elevado. Pelo sim, pelo não, o fato é que manifestações em palavras, gestos e comportamento de influenciadores de opinião pública atingem aos influenciados.
Por isso é de se admitir que atitudes, gestos, enfim comportamento de líderes políticos pode contribuir quanto às perspectivas econômicos, o que induz o consumo, a poupança, o investimento e a produção. Não apenas no Brasil, quanto nos Estados Unidos ou na Inglaterra, o que recomenda o eleitor – pelo menos o mais esclarecido – a avaliar as propostas diversas.
Alcimar de Almeida Silva, Advogado, Economista, Consultor Fiscal e Tributário
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