ENERGIA EÓLICA SOB CRÍTICA –
O novo momento econômico da energia eólica vivido pelos Municípios do interior, prometendo a expectativa de um novo paradigma econômico, também foi motivo de crítica de alguns Secretários Municipais durante o Curso de Administração da Receita Municipal ministrado sob nossa responsabilidade técnica no período de 24 a 27 de outubro no Hotel Serrano de Martins. E quem assim se manifestou o fez sob una análise do temor não apenas das terras atualmente utilizadas para a agropecuária não propiciarem a prometida distribuição de renda, mas, sobretudo, diante da perspectiva dos impactos ambientais, econômicos e sociais negativos.
Ainda que houvesse quem defendesse que esta nova atividade econômica pode vir a ser a salvação para Municípios envolvidas na mais acentuada crise de sua historia. A exemplo de Bento Fernandes, que se tornou no simbolo da crise, tendo atingido o ponto mais elevado de incapacidade financeira para cumprir os seus encargos junto a servidores, fornecedores e mesmo com a manutenção dos serviços públicos. De tal forma que há mais ou menos 30 dias seu Prefeito Municipal declarou publicamente sua falência, muito embora tenha a medida caráter apenas simbólico.
Porém, em face da breve implantação de projeto de geração e comercialização de energia elétrica com base eólica, nos próximos 4 anos há perspectiva de uma grande reversão deste quadro. Inclusive com
a previsão de instalação em seu território de nada menos de 180 aerogeradores, o que irá proporcionar renda para a população local com o arrendamento de grande extensão de propriedades rurais, de emprego de mão de obra não especializada e de compra de mercadorias e de contratação de serviços de apoio.
Bem assim e principalmente de geração de arrecadação de ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza incidente sobre as obras de construção e manutenção da infraestrutura, de licenças de construção, de licenças de atividade econômica (alvará) e de incremento do valor adicionado para formação do índice de distribuição dos 25 por cento do ICMS. Daí porque é de se dizer que
está-se diante de um fenômeno raro de acontecer, qual seja não a recuperação da capacidade das finanças públicas municipais.
Porque o empreendimento tem repercussão em toda a vida econômica e social daquela população, a qual será beneficiada em primeiro plano, não apenas com o arrendamento de terras particulares. Pois as atividades comerciais também serão dinamizadas para atender a demanda de uma variada gama de mercadorias e serviços.
Alcimar de Almeida Silva, Advogado, Economista, Consultor Fiscal e Tributário
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,4300 DÓLAR TURISMO: R$ 5,6340 EURO: R$ 6,0500 LIBRA: R$ 7,2670…
O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), indicou os nomes restantes…
A coalizão governista do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, perdeu maioria no Parlamento israelense, e…
A Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, foi alvo de um ataque hacker que…
A Base Aérea de Natal realiza neste domingo (1º) mais uma edição do Portões Abertos,…
1- O técnico Carlo Ancelotti convocou nessa quinta-feira (29), na sede da CBF, no…
This website uses cookies.