O governo federal atendeu parte dos pleitos dos representantes do setor da construção civil. Nesta terça-feira (4), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou o corte de impostos trabalhistas para o segmento, visando a redução de custos com funcionários por parte das construtoras. A medida deve impulsionar o setor que registrou uma retração de aproximadamente 25% neste ano, evitando demissões e estimulando novas contratações. Desoneração na folha de pagamento que poderá chegar a R$ 2,85 bilhões. O governo promete também redução de tributos e acesso a capital de giro durante o período de construção das habitações.
O setor de construção civil passa a ser inserido no programa especial de desoneração da folha de pagamentos. Nesse modelo, os empregadores recolhem para a Previdência Social 2% sobre o faturamento, em vez de repassarem 20% sobre a folha de pagamento. Com isso, as empresas de construção passarão a recolher R$ 3 bilhões para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por ano, em vez dos R$ 6 bilhões atuais. De acordo com o ministro, haverá redução da alíquota do Regime Especial de Tributação sobre o faturamento de 6% para 4% para o setor de construção civil
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