Mulher segura frasco rotulado como de vacina contra Covid-19 em frente a logo da Pfizer em foto de ilustração 30/10/2020 REUTERS/Dado Ruvic
O presidente do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) e secretário de saúde do estado do Maranhão, Carlos Eduardo Lula, afirmou nessa terça-feira (27) que recebeu a notícia de que o ministério da Saúde poderia reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 com surpresa. Conselho defende que redução seja feita apenas a partir de setembro.
Segundo Lula, antes de tomar essa decisão é necessário ter certeza se haverá doses disponíveis e se realizar essa alteração já no mês de agosto é o momento ideal. Para ele, a redução deveria ser feita em setembro, quando toda a população já teria recebido a primeira dose da vacina.
“Considerando as remessas que o ministério já tem contratado para agosto e para setembro, é possível que, em meados de setembro, a gente esteja terminando toda a vacinação de primeira dose de pessoas com até 18 anos no país”, afirma Lula.
Na segunda (26), o ministério da saúde afirmou que a pasta estava avaliando reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer dos atuais 90 dias para 21 dias, conforme a bula. A mudança visa evitar a disseminação da variante delta.
Em entrevista, o ministro da Sáude Marcelo Queiroga disse que a pasta havia optado por um intervalo maior entre as duas doses da vacina para avançar na aplicação da primeira dose, mas como as vacinas da Pfizer estão chegando agora num volume maior, agora é possível mudar de estratégia.
Lula, presidente do Conass, discorda da alteração do calendário vacinal no atual momento. Segundo ele, é possível diminuir o intervalo entre as duas doses vacinas, mas a prioridade deve ser vacinar toda a população acima de 18 anos com, pelo menos, uma dose.
Além disso, Lula também aponta dificuldades logísticas, caso o intervalo venha a ser reduzido. De acordo com ele, alguns estados da região Norte já contataram o Conass pedindo ajuda para realizar o transporte das doses, o que exigiria ajuda da Força Aérea Brasileira (FAB).
Fonte: G1
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