A aproximação entre Israel e o Brasil obviamente trouxe muitas indagações, sobre como se comportará o mercado árabe com o Brasil. Em termos de números é muito maior do que vem acontecendo com Israel no comércio, e face ao exposto, o Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou que está certo que a viagem de Bolsonaro a Israel e a aproximação entre os dois países, não gerará prejuízos ao agronegócio brasileiro. Todo esse desconforto entre os países árabes foi gerado em decorrência do anúncio feito pelo Itamaraty da abertura de um escritório de negócios do Brasil na cidade de Jerusalém, no lugar da possível transferência da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. O chanceler comentou ainda, antes das perguntas dos senadores, que a política externa adotada pelo Brasil nos últimos trinta anos seguiu objetivos distintos, como por exemplo, nos anos 90, o Brasil deu sinais de aproximação com os EUA e com a União Europeia, mas na prática uma atrapalhava a outra. Já nos anos 2000, até antes do atual governo, a prioridade foi criar um espaço sul-americano com uma perspectiva muito excludente, extremamente ideológica, segundo Ernesto Araújo. Ele ainda justificou o voto do Brasil contra a condenação do país judeu que vinha sofrendo um tratamento no que praticamente transformava Israel em uma pária da comunidade internacional.
Mário Roberto Melo – (Correspondente do Blog Ponto de Vista, em Tel Aviv, Israel)
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