O relaxamento da quarentena em Portugal vem trazendo de volta muito infectados, principalmente em Lisboa que já registra uma média diária de 300 casos. Da mesma forma que a suposta segunda onda ao ameaçar chegar em Israel, quando atingiu 120 casos diários, o governo israelense resolveu tomar medidas mais rígidas para evitar uma grande quantidade de infecções e se transformar na segunda onda do novo coronavírus. Portugal iniciou desde o dia 10 de junho (que inclusive foi feriado lá), restrições para saídas das pessoas, principalmente no dia 12 que foi a festa de Santo Antônio, padroeiro de Lisboa. Normalmente nesta época do ano os moradores da capital invadem as ruas para comer sardinhas grelhadas, dançar, cantar e participar de um grande desfile popular realizados pelos próprios moradores dos diversos bairros da capital, onde nele se realiza um casamento coletivo. Na Europa, Portugal já é o segundo país a confrontar essa situação, o primeiro foi a Suécia e por isso a terceira fase do relaxamento do isolamento social deverá ser adiada na capital e no Vale do Tejo. O governo ficou tão preocupado que criou uma comissão especial parar gerenciar o ressurgimento da doença no país. O governo aumento o número de testes de detecção do Covid-19. O interessante é que o governo não quer fazer alarde, adotou um discurso de prudência, para não afugentar o turismo que é o motor da economia portuguesa. Até o momento, Portugal já registrou 26 mil casos e 1500 mortes.
Mário Roberto Melo – (Correspondente do Blog Ponto de Vista, em Tel Aviv, Israel)
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