O ministro da Segurança israelense disse ontem que não está eficiente o trabalho para se evitar o incitamento contra Israel através das redes sociais. Ele enfatizou que o Facebook é que mais difama Israel, e que inclusive já tinha pedido ante que tanto o Facebook como o Twitter e o Youtube retirassem a propaganda anti-semita, que sempre traz mais ainda a violência na região. O porta voz do Facebook disse que não responderia ao ministro, não levando a sério o que vem ocorrendo desde outubro do ano passado, quando os palestinos já mataram 34 israelenses e dois turistas norte-americanos, a maioria com facadas e atropelamentos. E também, para piorar a situação, os palestinos começaram a assaltar e após os assaltos cometem o crime de latrocínio, matando as vitimas. Os lideres palestinos disseram que esses assaltantes agiram como forma de desespero, em decorrência do colapso das negociações de paz no ano de 2014. E a expansão de assentamentos israelenses em territórios ocupados pelos palestinos, que buscam um estado independente. A maioria dos países vê esses assentamentos como ilegais, mas o governo israelense contesta. Ainda disse disse Israel que a incitação nos meios de comunicação palestinos, aliados a outros problemas internos, tem sido fatores importantes no estimulo aos agressores, muitas vezes adolescentes.
Mario Roberto Melo – Correspondente do Blog Ponto de Vista, em Tel Aviv
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