A Primavera começa quente no Oriente Médio, na Síria só no mês de março morreram 1800 pessoas. Ontem (08), um bombardeio, das forças do governo Assad, matou mais de 70 pessoas, incluindo inúmeras crianças. As vítimas morreram em decorrência de um ataque químico que ocorreu na cidade de Duma, último reduto rebelde na província síria de Guta Oriental e o governo de Bashar al-Assad nega a utilização de armas químicas. Um comunicado divulgando pela Sociedade Médica Sírio-Americana (SAMS, na sigla em inglês) e a Defesa Civil síria (ONG mais conhecida como Capacetes Brancos) estimam que 49 pessoas morreram. Mas este número cresceu até a manhã de hoje (09) para 72 pessoas. Já o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), ONG que monitora a guerra civil do país, disse que ao menos 80 pessoas morreram – 40 de sufocamento. Duma é a última localidade controlada pela oposição em Ghouta Oriental, região está que é alvo do regime sírio por concentrar opositores próxima a capital Damasco. Os EUA pediram que a Rússia retirasse o apoio a Assad, após o suposto ataque químico, inclusive o presidente norte-americano, Donald Trump, condenou o ataque e disse que a Síria pagará um preço muito alto. Quem também condenou o ataque foi o Papa Francisco, ele disse que os instrumentos de extermínio contra a população na guerra síria, não podem ser justificados por nada. O presidente sírio, Assad, já recuperou o controle de praticamente toda a região em que os rebeldes atuavam, graças a uma campanha militar apoiada pelos russos que teve início em fevereiro, deixando apenas Duma nas mãos dos rebeldes. Após o período de calmaria de alguns dias, as forças do governo voltaram a bombardear a cidade na sexta-feira (06). As substâncias químicas venenosas usado nas armas, é o gás sarin e ele ataca o sistema nervoso, causando convulsões e deixando a boca espumando. Na manhã de hoje, para aumentar ainda mais o derramamento de sangue na Síria, aconteceu um ataque contra o aeroporto militar sírio, deixando, pelo menos, catorze militares sírios e combatentes aliados mortos. Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), dois mísseis atingiram a base, que abriga tropas do exército sírio, do Hezbollah e forças iranianas. A TV estatal síria diz que os EUA são suspeitos do ataque, mas a Casa Branca nega. A denúncia contra os EUA ocorreu após Trump ter acusado Assad de ter feito um ataque químico em Duma e ter ameaçado-o, dizendo que ele pagaria um alto preço.
(Mário Roberto Melo – Correspondente do Blog Ponto de Vista, em Tel Aviv, Israel)
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