1 – Nessa quinta-feira (09) um sério bombardeio, efetuado pela coalizão pelos EUA na Síria, matou cerca de 100 pessoas, em sua maioria soldados das tropas que apoiam o presidente sírio, Bashar al-Assad. Certamente Assad irá se queixar ao presidente russo, Putin, seu aliado, sobre os ataques dos EUA, para que ele tome as devidas providências. Segundo uma fonte militar norte-americana, o bombardeio foi preventivo e em legítima defesa, entretanto, o número de vítimas pode ser um pouco maior ou até mesmo bem menor, uma vez que o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), que vem monitorando o conflito, afirma que o número de mortos é menor que 50. O bombardeio aconteceu na província de Deir ez-Zor, precisamente cidade de Khusham, a ocorrência teria sido em decorrência de um ataque surpresa do governo sírio contra as Forças Democráticas Sírias (SDF, na sigla em inglês), grupo rebelde liderado pelos curdos e que tem o apoio de Washington. Agora se o clima já não era bom entre os EUA e a Síria, esses confrontos trazem agora um aumento das tensões entre os dois países, com o retorno das suspeitas do uso de armas químicas por seu líder, Assad e o pelas milícias do governo.
2- Mais uma vez o governo libanês está procurando sarna pra se coçar e abusando da paciência do estado de Israel. Hoje, o gabinete do governo do Líbano disse que caso Israel decida construir uma barreira na fronteira do Norte, o exército libanês irá atacá-lo e mais do que isso, eles disseram que vão atacar as estruturas de exploração de gás israelenses no Mar Mediterrâneo. O Ministro da Defesa de Israel disse que o país está pronto para qualquer ameaça e caso o Líbano os ataque, quem irá perder é o governo libanês e seu povo. O Ministro acrescentou ainda que o Líbano fique certo de que o Estado de Israel não vai abrir mão dos seus campos de gás e de construir uma barreira que defenda a fronteira norte do país, porque é necessário evitar a invasão de terroristas do Hezbollah em Israel. Por fim, ele acrescentou que Israel não irá tolerar qualquer agressão, seja ela oriunda dos soldados ou civis que morem próximo a fronteira e que caso o façam, Israel irá revidar imediatamente em uma proporção muito severa, podendo significar uma nova guerra entre os dois países, como ocorreu em 2006 e 1982.
(Mário Roberto Melo – Correspondente do Blog Ponto de Vista, em Tel Aviv, Israel)
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