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Comunidades em São Gonçalo do Amarante têm estradas de acesso e casas alagadas após chuvas

As comunidades Coqueiros e Uruaçu, no município de São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal, ficaram alagadas após as chuvas que caíram neste último fim de semana no Rio Grande do Norte.

De acordo com a prefeitura de São Gonçalo do Amarante, cerca de 60 famílias foram afetadas com os alagamentos nas localidades – que tiveram casas invadidas pela água, além das estradas de acesso que ficaram praticamente intransitáveis.

Uma escola na comunidade Uruaçu passou a servir de abrigo para parte das famílias. Seis famílias que precisaram sair das casas, segundo a prefeitura, vão receber o aluguel social a partir desta terça-feira (25). As outras 54 famílias optaram por permanecer nas residências, apesar dos alagamentos.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de São Gonçalo do Amarante, Antônio Peixoto, os alagamentos aconteceram por conta também da cheia do Rio Potengi.

“Esse evento não foi causado tão somente pelas águas da chuva, Mas em função da chuvas causadas na cabeceira do rio, em São Paulo do Potengi. Com isso, a água desceu e alagou toda essa área”, disse.

 

Segundo ele, a previsão é que até a terça-feira (25) a água baixe na região. Até a atualização desta matéria, já havia sido reduzido cerca de 70 centímetros de água, segundo o coordenador.

Uruaçu

Além das casas alagadas, os acessos às localidades também foram comprometidos. Na comunidade de Uruaçu, a Secretaria de Trânsito de São Gonçalo do Amarante criou um bloqueio para a passagem de veículos logo na entrada da principal rodovia de acesso.

Um alagamento um pouco mais a frente impedia a passagem de carros e motos. Apenas alguns veículos maiores conseguiam se arriscar.

Casas também foram atingidas pelas águas no trecho. “A onda vai levando tudo. Quando molha, os móveis que estão lá dentro vão se desmanchando… As pesssoas correram para me ajudar, e foi assim que eu consegui salvar [os móveis]”, contou o aposentado João Batista Morais.

Coqueiros

Na comunidade Coqueiros, a estrada principal foi danificada pelas enchentes que se formaram. Mesmo assim, motoristas com carros maiores se arriscavam a passar pelo trecho, além de motociclistas.

Muitos moradores também tiveram as casas invadidas. Alguns deles contaram com ajuda de caminhões de vizinhos para tirar os móveis das residências.

“Lá no final [da pista] também tem uma média de umas cinco casas em que o povo já se mudou. Tinha um pessoal com uns caminhões ali que ajudou a levar a mudança. Estão indo para o colégio em Uruaçu”, contou a dona de casa Carla Cristina.

Fonte: G1RN

Ponto de Vista

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