Com isso, a expectativa é que a Alemanha ultrapasse o país de Trump e se torne o maior comprador do grão do Brasil no mês.
Mas, no acumulado do ano, os EUA devem se manter na liderança. As informações foram enviadas pelo Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafe) ao g1.
Na prévia de agosto, o Brasil deve exportar 251,9 mil sacas de 60 kg para os EUA, menos da metade das 562,7 mil registradas no mesmo período de 2024.
Com a queda, o volume de café brasileiro comprado pelos EUA em agosto será cerca de 50% menor do que o importado pela Alemanha, que compra em média 379,5 mil sacas do grão por mês, segundo o Cecafe.
Estados Unidos e Alemanha lideram as importações de café brasileiro há décadas.
Desde 1997, quando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) começou a monitorar o tema, os dois países se alternam como maiores importadores do grão. Mas, desde 2017, os EUA mantêm a liderança anual de forma ininterrupta.
O principal motivo da queda das exportações de café para os EUA em agosto foi a tarifa de 50% imposta pelo país aos produtos brasileiros, afirma o Cecafe. Problemas logísticos e a redução de estoques também contribuíram.
Atrasos e alterações de escalas de navios, além da falta de infraestrutura portuária, causaram R$ 1,1 bilhão de prejuízo ao setor só em julho, segundo comunicado divulgado pelo conselho de exportadores na terça-feira (2).
Além disso, como o Brasil exportou volumes recordes do grão em 2024, a quantidade de café disponível para exportação em 2025 diminuiu.
Fonte: G1
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