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China exige registro para exportadores e importadores de produtos alimentícios

Em outubro, entram em vigor as novas determinações impostas pelo governo chinês no que diz respeito às importações e exportações de produtos alimentícios para o país. Uma exigência que foi divulgada pelo seu órgão de controle e qualidade de alimentos em abril deste ano.

 De acordo com o comunicado oficial, publicado no dia 04 de abril, a Administração Geral para Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena da China (AQSIQ), informa que a partir de 01 de outubro as regras já entrarão em vigor.

O Ministério da Agricultura do Brasil publicou memorando explicando que o novo regulamento aplica-se a “Qualquer exportador estrangeiro ou agente de exportação de alimentos para a China continental e a qualquer destinatário de alimentos importados dentro das fronteiras da China continental”. Essas regras não se aplicam, entretanto, às exportações destinadas a Hong Kong e Macau.

Considerando-se que há cinco anos Hong Kong é apenas uma região administrativa especial da China e, portanto, território chinês, pode-se concluir que a China foi, no primeiro semestre de 2012, o segundo maior importador da carne de frango brasileira, ficando atrás, somente (mas por diferença pequena), da Arábia Saudita e deixando para trás o Japão, durante muito tempo principal adquirente do produto brasileiro.

Isoladamente, Hong Kong e China colocam-se (no tocante à receita cambial) na quarta e quinta posições. Mas a soma das duas receitas chega a US$513,4 milhões (93% da receita propiciada pela Arábia Saudita), enquanto em volume as importações chinesas (290,1 mil/t), ficaram apenas quatro mil toneladas aquém das importações sauditas.

 Com relação à soja, a China deverá importar, em agosto, 4,5 milhões de toneladas. O volume, de acordo com o CNGOIC (Centro Nacional de Informações sobre Grãos e Óleos da China), é bem menor do que o registrado em julho, quando a nação asiática importou 5,87 milhões de toneladas. Já em setembro e outubro, as compras podem somar 7 milhões de toneladas, segundo a instituição.

 A estimativa do CNGOIC é de que as importações chinesas de soja, no segundo semestre deste ano, somem 25,5 milhões de toneladas. No primeiro semestre, totalizaram 29,05 milhões.

Fonte: Ecoar

Ponto de Vista

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