Mandar produtos eletrônicos, pilhas e eletroeletrônicos para a reciclagem é uma tarefa mais simples que se possa imaginar. Não importa o tamanho: pode ser celular, chapinha de cabelo, notebook ou até mesmo geladeira e lavadora de roupas.
Em todo o Brasil, mais de 4.000 pontos de recebimento estão preparados para iniciar o processo chamado de logística reversa, que envolve coletar resíduos para reaproveitamento ou descarte de forma correta, sem poluir o meio ambiente.
Isso tudo sem custos para o consumidor que vai se livrar de um produto que não usa mais ou está quebrado.
Os pontos de coleta são gerenciados pelas prefeituras – conhecidos como ecopontos – e por entidades ligadas à indústria e aos fabricantes de eletrônicos, que recolhem o material e enviam para o destino certo.
Encontrar um ponto de coleta é o primeiro passo – eles podem estar localizados em lojas, supermercados, farmácias e nos ecopontos das prefeituras.
Os sites das entidades fornecem listas com todos os locais de entrega de eletrônicos e eletroeletrônicos, com busca por cidade ou CEP.
Depois disso, é só selecionar um endereço e levar o produto para a logística reversa.
Os principais fabricantes de eletrônicos também conta com serviços de coleta de produtos usados para envio para reciclagem.
“O lixo eletrônico não deve ser encaminhado para a coleta seletiva ou acabar no lixo comum, para não gerar problemas para o meio ambiente”, afirma Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Eletron.
A recomendação da Abree é que o consumidor leve esse tipo produto até o ecoponto mais próximo.
Se isso não for possível, por conta do tamanho, as entidades ou até mesmo os fabricantes podem fazer essa coleta de forma agendada e gratuita.
Os sites das entidades fornecem essas informações para a retirada, assim como as páginas dos principais fabricantes de eletrônicos.
“Muitas marcas também oferecem recursos associados de entrega de um produto novo com a coleta do antigo”, explica Nilson Maestro, presidente da Abree.
Também vale checar com a prefeitura local sobre as operações de “cata-bagulho” que recolhem esses eletroeletrônicos maiores.
As pilhas comuns ou recarregáveis não devem ser descartadas junto com o lixo comum nem com a coleta seletiva tradicional. “Quando isso acontece, é um risco para a natureza e para a saúde humana, já que seus componentes podem contaminar o meio ambiente”, comenta Brescansin, da Green Eletron.
Segundo a entidade, estão disponíveis mais de 1.250 pontos para coleta de pilhas e eletrônicos em todo o Brasil – chamados de “pontos de entrega voluntária”.
Segundo Maestro, da Abree, os equipamentos são levados para uma central de consolidação e triagem, que vai separar os produtos por tipo.
“Depois disso, eles seguem para a indústria de manufatura reversa, que vai separar as peças por tipo de material”, diz o executivo. Essa parte do processo envolve mais de 50 parceiros especializados.
Após a separação, os materiais são enviados para reciclagem ou descartados da maneira ambientalmente correta. “Plástico e metais voltam para a indústria, retornando para o processo produtivo”, conclui Maestro.
Baterias e pilhas também passam pelo processo de desmonte e reciclagem, sem ir para o lixão ou aterros das grandes cidades.
Veja a seguir uma lista de 10 produtos eletrônicos selecionados pelo Guia de Compras que contam com materiais reciclados na sua fabricação, como plásticos, vidro ou alumínio.
Os preços dos produtos iam de R$ 200 (mouse Microsoft) a R$ 12.000 (celular dobrável Samsung Galaxy Z Fold5) nas lojas on-line consultadas em agosto.
Fonte: G1
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,0630 DÓLAR TURISMO: R$ 5,2660 EURO: R$ 5,8690 LIBRA: R$ 6,8060 PESO…
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