O Brasil tem 170.804 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta quinta-feira (26), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
Desde o balanço das 20h de quarta-feira (25), somente Goiás atualizou seus dados.
Veja os números consolidados:
Na quarta-feira, às 20h, o balanço indicou: 170.799 mortes confirmadas, 620 em 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 472. A variação foi de +29% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nas mortes por Covid.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 6.166.898 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 45.449 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 31.356 novos diagnósticos por dia, a maior marca desde 16 de setembro. Isso representa uma variação de +30% em relação aos casos registrados em duas semanas; também indica tendência de alta nos diagnósticos.
Doze estados apresentaram alta na média móvel de mortes: RS, SC, ES, MG, RJ, SP, GO, AC, AM, RR, CE e SE.
Desde a última quinta-feira (19), tem sido necessário relembrar o problema ocorrido no sistema nacional de registros de mortes e casos de Covid-19 do Ministério da Saúde, que teve início no dia 6 de novembro. Diversos estados relataram dificuldades de acesso ao e-SUS e divulgaram dados incompletos ou até mesmo ficaram sem atualizações diárias durante alguns dias. Foi o caso de SP, estado mais afetado pela pandemia em números absolutos, que não teve mortes registradas em 6 dos 8 dias a partir daquela data.
A ausência de atualizações e os números incompletos seguem refletindo na comparação para análise de tendência de alta, estabilidade ou queda nos óbitos por Covid, nos estados prejudicados e no Brasil. A partir de sexta-feira (27), esse impacto já não será mais tão significativo.
Também vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Tanto no Acre quanto em Roraima, por exemplo, as médias móveis mudaram de 1 para 2 em duas semanas, resultando em variação de alta de +20%. Já em Goiás, que tem a maior tendência de alta entre os estados (+154%), a média variou de 10 para 24 em duas semanas. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.
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Fonte: G1
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