A 1ª etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Norte foi prorrogada até o dia 15 de julho. O motivo do adiamento, segundo o Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária (Idiarn), foi o desabastecimento das vacinas contra a doença provocado pela pandemia da Covid-19.
O IIdiarn solicitou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento um prazo maior para a campanha. Segundo o órgão, o desabastecimento de vacinas ocorreu em todo país.
Com isso, a imunização do rebanho ficou abaixo do esperado dentro do período estipulado inicialmente para a vacinação, que terminaria em 30 de junho.
Com a nova data, os produtores terão até o dia 15 de julho para adquirir a vacina disponível em lojas autorizadas de produtos agropecuários. Após aplicar a vacina, os criadores terão até 15 de agosto para declarar o rebanho em um dos escritórios do Idiarn, Emater ou secretarias municipais de agricultura.
Nesta 1ª etapa da campanha, a vacinação é obrigatória para bovinos e bubalinos de todas as idades.
A febre aftosa é uma doença causada por um vírus que provoca febre e aftas, principalmente na boca e entre os cascos dos animais, causando enorme perda na produção de leite e carnes.
O Rio Grande do Norte recebeu da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) o título de área livre da febre aftosa com vacinação em 2014.
Fonte: G1RN
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