A Bovespa fechou nesta sexta-feira (11), praticamente no zero a zero, em leve alta de 0,14% aos 49.638,68 pontos, depois de demonstrar bastante instabilidade nos dois turnos de negócios. A bolsa bem que ensaiou encerrar a semana acima da marca dos 50 mil pontos. Na máxima do dia, chegou aos 50.038 pontos. Mas a valorização de 16% acumulada nas últimas duas semanas foi considerada um impeditivo para uma valorização acima desse patamar, visto como de resistência por analistas gráficos.
Como pontuaram analistas do mercado de ações, a falta de uma direção clara e firme na Bovespa foi provocada pelo noticiário político com poucas novidades e a fraca agenda doméstica de indicadores econômicos. “O que vemos é o investidor ajustando posição à espera das manifestações de domingo e para a convenção do PMDB (programada para hoje dia 12), afirmou Hersz Ferman, analista da Elite Corretora.
Ontem a pressão altista sobre o Ibovespa veio do exterior. Na avaliação de Ferman e do analista da Guide Investimentos, Luis Gustavo Pereira, a bolsa doméstica acompanhou o mercado externo, onde as bolsas de Nova York e da Europa fecharam em alta, assim como os contratos futuros do petróleo em Nova York (Nymex) e em Londres (ICE). As blue chips destacaram-se na valorização. Em boa parte da tarde, os papéis da Petrobras, Vale e grandes bancos subiram. As ações ON da petroleira fecharam em alta de 2,85%. A ON do Banco do Brasil fechou em +6,28%.
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