Os bloqueadores de sinal de celular da Penitenciária Estadual de Alcaçuz – maior presídio do Rio Grande do Norte – devem voltar a funcionar na próxima semana. A informação é do secretário de Justiça e da Cidadania, Wallber Virgolino.
Três das 11 torres foram danificadas durante as rebeliões que ocorreram em janeiro. Na ocasião, pelo menos 26 detentos foram mortos. O episódio ficou conhecido como o ‘Massacre de Alcaçuz’ – o mais violento da história do sistema prisional potiguar.
A penitenciária, a maior do estado, fica em Nísia Floresta, na região Metropolitana da capital potiguar. Lá, segundo recontagem feita nessa segunda (6), são 828 presos. A capacidade é para 620.
Wallber Virgolino afirmou que a empresa responsável pela instalação e manutenção dos equipamentos é quem vai arcar com os custos dos reparos. “Nós só pagamos quando os bloqueadores estão 100% funcionando”, ressaltou.
A Sejuc possui três contratos com a Neger Tecnologia e Sistemas Ltda, sediada no interior de São Paulo. No Rio Grande do Norte, três das 33 unidades prisionais mantidas pelo Estado possuem bloqueadores de celular: Penitenciária Estadual de Parnamirim, Penitenciária Estadual de Alcaçuz e Cadeia Pública de Nova Cruz. Por mês, o custo é de R$ 116 mil. Destes, R$ 28 mil são para Nova Cruz, R$ 29 mil para Parnamirim e R$ 59 mil para Alcaçuz.
“Ainda não pagamos nenhum mês pelos serviços, pois reza o contrato que para esse pagamento ser feito é preciso que os bloqueadores estejam funcionando 100%, o que ainda não aconteceu plenamente”, afirmou Virgolino.
Em Parnamirim, cidade da Grande Natal, os bloqueadores foram instalados no dia 28 de julho do ano passado. Em Nova Cruz, na região Agreste, em meados de novembro. Já em Alcaçuz, foram ligados no dia 7 de dezembro.
Fonte: G1RN
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