O relatório de inteligência sobre a origem do novo coronavírus (o SARS-CoV-2), solicitado pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, aos serviços de inteligência do país, é inconclusivo.
A inteligência americana não conseguiu confirmar se o vírus que já matou mais de 4,4 milhões de pessoas em todo o mundo passou de um animal para um ser humano ou se escapou de um laboratório na China.
Biden havia pedido o documento no fim de maio e deu um prazo de 90 dias (que acabou de vencer). A revelação sobre a conclusão do relatório foi feita pelo jornal “The Washington Post” na terça-feira (24).
Na ocasião, o presidente americano pediu aos investigadores que fizessem questionamentos ao governo chinês, que criticou o pedido e disse que o governo americano estava agindo politicamente.
Parte do motivo para os serviços de inteligência não chegarem a uma conclusão é que a China não forneceu informações suficientes, segundo o “The Wall Street Journal”.
Fontes citadas pelo “Washington Post” dizem que os serviços de inteligência tentarão desclassificar partes do relatório, para que sejam divulgadas.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) enviou uma missão de especialistas à China no começo do ano para tentar descobrir a origem do SARS-CoV-2, mas o relatório também não chegou a uma conclusão definitiva.
Os especialistas da OMS consideraram extremamente improvável a teoria de vazamento em laboratório, mas o grupo ficou apenas três horas no Instituto de Virologia de Wuhan e toda a visita foi altamente controlada pelo governo chinês.
Foram 4 as principais conclusões do estudo:
A hipótese de um acidente no laboratório de Wuhan é rejeitada pela maioria dos especialistas, mas voltou ao debate nos EUA nos últimos meses, e apelos por uma investigação mais profunda se multiplicaram na comunidade científica.
Acidentes de laboratório não significam que o vírus tenha sido criado artificial ou propositalmente, mas sim que ele possa ter escapado das barreiras de proteção de um local que estuda patógenos que infectam outros seres vivos.
Os primeiros casos confirmados de Covid-19, na virada de 2019 para 2020, eram relacionados a um mercado de animais selvagens em Wuhan, de onde também acredita-se que o vírus pode ter começado a infectar seres humanos.
A primeira morte causada pelo novo coronavírus (um homem de 61 anos com uma “misteriosa pneumonia viral”) foi registrada oficialmente em 9 de janeiro de 2020 na cidade.
O governo chinês combate ferozmente a tese do vazamento e acusa o governo americano de espalhar teorias de conspiração. Recentemente, o país negou um pedido da OMS para continuar os estudos sobre a origem do coronavírus.
Na sexta-feira (20), a OMS convocou especialistas a se juntarem a um novo grupo científico que está sendo formado, para fornecer à organização uma análise independente do trabalho feito até agora, identificar a origem da Covid-19 e aconselhá-la sobre quais devem ser os próximos passos.
Os especialistas também fornecerão orientação sobre questões relacionadas ao possível surgimento de outros vírus capazes de desencadear surtos, como a Mers e o Ebola.
Fonte: G1
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