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Banco do Brasil tem lucro líquido de R$ 2,62 bilhões no 2º trimestre

Banco do Brasil teve lucro líquido de R$ 2,619 bilhões no segundo trimestre deste ano, alta de 6,2% em comparação com o mesmo período de 2016, quando ficou em R$ 2,465 bilhões.

Na comparação com o 1º trimestre, quando o valor chegou a R$ 2,443 bilhões, o aumento foi de 7,2%.

Já o lucro líquido ajustado somou R$ 2,649 bilhões no período, aumento de 47,1% na comparação com mesmo período de 2016 (R$ 1,801 bilhão). Em relação ao 1º trimestre, quando o resultado ficou em R$ 2,515 bilhões, o avanço foi de 5,3%.

No primeiro semestre, o lucro líquido ajustado da instituição foi a R$ 5,164 bilhões, volume 67,3% superior ante mesmo período do ano passado, que foi de R$ 3,087 bilhões. O lucro líquido no período foi de R$ 5,062 bilhões, aumento de 4,9% ante mesmo período do ano passado, que foi de R$ 4,824 bilhões.

O Banco do Brasil destacou que o bom desempenho refletiu aumento das rendas com tarifas e serviços e redução dos gastos operacionais no período – nesse caso, o BB promoveu reestruturação e incentivou desligamento de funcionários.

Segundo o BB, houve evolução das rendas com prestação de serviços de administração de fundos (+26,5%), contas correntes (+11,5%) e consórcios (+41%), impulsionando a participação da prestação de serviços bancários na rentabilidade do banco. No 2º trimestre, o BB atingiu recorde histórico em venda de consórcios.

As despesas administrativas foram de R$ 7,864 bilhões, queda de 1,4% no 2º trimestre ante o ano anterior. Em relação ao 1º trimestre de 2016, a redução foi de 0,9%, com destaque para a redução de 2,6% nas despesas de pessoal. Segundo o BB, o resultado geral veio do “rígido controle de gastos”.

Já as despesas operacionais caíram 4,4% ante 2016, para R$ 12,68 bilhões, refletindo em parte o programa de cortes de custos no fim de 2016.

As despesas do grupo com provisões para perdas com calotes caíram 19,6% em relação a 2016, para R$ 6,66 bilhões. Já na comparação com o 1º trimestre, o recuo foi de cerca de 1%.

As receitas com tarifas cresceram 7,3% ante 2016 e 3,6% ante o trimestre anterior, indo a R$ 6,32 bilhões.

Isso ajudou a compensar menores receitas com crédito, já que a fraca atividade econômica fez o estoque ampliado de empréstimos do banco recuar 7,6% em 12 meses, fechando junho em R$ 696,1 bilhões. O BB, inclusive, mudou a previsão para a carteira no país em 2017, agora estimando queda de 1 a 4%, ante previsão anterior de alta de 1 a 4%.

*Com informações da Reuters

Ponto de Vista

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