Oito anos depois de ter passado para a história como a primeira presidenta do Chile, Michelle Bachelet assume terça-feira (11) seu segundo mandato, com alto índice de aprovação popular e muitos desafios. O principal vai ser satisfazer a alta expectativa dos eleitores, que querem uma reforma mais drástica e rápida do sistema educacional.
No âmbito internacional, um dia após a posse de Bachelet, Santiago vai sediar uma reunião de chanceleres da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para discutir a crise na Venezuela. A Nova Maioria – coalizão de partidos de centro-esquerda que elegeu Bachelet – está dividida. Os mais conservadores criticam o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pela violência, que resultou em 21 mortes, após os protestos populares contra o desabastecimento e a inflação. A ala mais liberal acredita que o descontrole é fruto de um complô da direita para derrubar Maduro do poder.
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