O petróleo continua sua trajetória de intensa desvalorização e os países produtores parecem não dar sinais de que diminuirão sua produção para, assim, estimular os preços do barril. As reservas do gás de xisto norte-americano estão em queda, mas o mercado ainda não sabe qual será o real impacto disso nas negociações. Apenas nos últimos 12 meses, o Brent caiu mais de 50% e, hoje, não ultrapassa os US$ 50. A volta do Irã ao mercado produtivo intensifica os debates, aumentando as previsões de oferta. Do outro lado da equação, a desaceleração chinesa diminui a demanda pelo produto.
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