Cerca de uma centena de professores e alunos foram mortos entre janeiro e setembro deste ano em diferentes ataques radicais contra escolas no Norte da Nigéria, denunciou hoje (4) a Anistia Internacional. A organização, que publicou o documento A Educação sob Ataque na Nigéria, mostra também que 50 escolas foram incendiadas e 60 obrigadas a fechar devido aos ataques. Desde o início do ano, diferentemente do que ocorria antes, quando os ataques eram perpetrados apenas contra escolas vazias, a tendência mudou e agora os professores e alunos são os alvos.
A diretora adjunta da Anistia Internacional na África, Lucy Freeman, lamentou a situação e lembrou que nem todos os ataques são perpetrados pelo grupo fundamentalista Boko Haram, que no último fim de semana matou 40 estudantes ao disparar contra uma residência universitária no estado de Yobe. Com cerca de 170 milhões de habitantes integrados em mais de 200 grupos tribais, a Nigéria é o país mais populoso de África. As tensões são provocadas por diferenças políticas, socioeconômicas, religiosas e territoriais.
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