Pela primeira vez, no Rio Grande do Norte, a reforma agrária vai passar por um processo diferente de desapropriação de áreas destinadas aos agricultores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). No próximo mês, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra/RN) deve receber, do Ministério da Fazenda (MF), um terreno com cerca de dez mil hectares localizada na zona açucareira de Ceará-Mirim. A área está sub judice em questões que envolvem dívidas com o Tesouro Nacional. Apesar da informação, o MST critica o Incra/RN e afirma que, há mais de dois anos, a reforma agrária está parada no Estado.
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