Os partidos aliados da base governista já iniciaram uma articulação para formar uma espécie de governo de coalizão para suceder o governo Michel Temer, semelhante ao modelo da gestão de Itamar Franco, após a queda de Fernando Collor. O que está diferente no atual momento, é que um eventual impeachment de Temer é algo remoto. E o presidente tem repetido por várias vezes que não irá renunciar. Com uma eventual saída do presidente, a eleições seriam indiretas. Contudo, para que isso venha a ocorrer, Temer teria de aceitar a “solução TSE”, ou seja, a cassação da chapa Dilma-Temer. Para muitos, essa seria a “saída honrosa” para o atual presidente. Líderes tucanos e do DEM têm alertado que há “debandada generalizada” e está difícil segurar a base”. No PSDB, por exemplo, a cúpula do partido tem articulado bastante para evitar uma saída imediata da legenda da base.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,1570 DÓLAR TURISMO: R$ 5,3500 EURO: R$ 6,0050 LIBRA: R$ 7,0080…
O concurso 3.050 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 25 milhões para os apostadores que acertarem as…
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nessa quarta-feira (26) uma proclamação que amplia temporariamente…
Entre os 517 estrangeiros desaparecidos na avalanche que atingiu o Nepal e o Tibete na quarta-feira…
O diretor da gência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), John Ratcliffe, pediu que…
A artista vanguardista japonesa Yayoi Kusama, que transformou alucinações em arte e ficou conhecida por suas…
This website uses cookies.