No ano, as ações preferenciais já acumulam baixa de 22,8%. Dos dez pregões fechados de 2016, os papéis fecharam oito em queda. Às 11h10, as ações recuavam 2,51%, cotada a R$ 5,04, em meio à volatilidade do preços do petróleo, conforme o mercado segue atentos aos riscos do endividamento e ao plano de desinvestimentos da petroleira.
Na semana passada, o Conselho de Administração da Petrobras anunciou a redução do plano de investimentos da companhia para o período 2015-2019 para US$ 98,4 bilhões, uma queda de US$ 32 bilhões ou de 24,5% ante a projeção inicial, principalmente devido à otimização do portfólio de projetos e do efeito cambial, em meio a um cenário de preços do petróleo mais baixos.
A queda dos preços internacionais do petróleo tem prejudicado ainda mais a situação econômica da companhia, que enfrenta alto endividamento.
A dívida bruta da Petrobras atingiu no 3º trimestre de 2015 o nível recorde de R$ 506,5 bilhões. Já a dívida líquida (dívida total bruta menos o caixa) subiu para R$ 402,3 bilhões no final de setembro. No final de 2014, o endividamento total era de R$ 282 bilhões.
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