Faltando 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro, a situação na maioria dos estados brasileiros segue indefinida em relação aos pré-candidatos para governo e Senado. Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina estão entre os poucos estados onde as alianças já foram confirmadas.
Em São Paulo, a desistência de Paulo Serra (PSDB) e Kim Kataguiri (Missão) deve levar a uma disputa inédita, que pode ser resolvida no 1° turno. Entre os partidos que têm representação na Câmara dos Deputados, apenas Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) foram confirmados como pré-candidatos ao governo de São Paulo.
Alagoas, Minas Gerais, Amazonas e Espírito Santo são alguns dos estados em que os pré-candidatos ao governo não foram definidos. Há ainda indefinição dos pré-candidatos ao Senado em estados como Ceará e Paraná. Já no Acre, Roraima, Sergipe e Distrito Federal, a dúvida é sobre a pré-candidatura de alguns políticos que podem vir a ser considerados inelegíveis.
Para fazer a lista dos possíveis candidatos nos estados e no Distrito Federal, o g1 considerou apenas aqueles que anunciaram publicamente a pré-candidatura. O cenário ainda pode mudar em alguns casos, a depender das convenções partidárias que acontecem entre 20 de julho e 5 de agosto.
Veja quais são os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado em cada estado:
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
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Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
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Pré-candidatos ao Senado
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Pré-candidatos ao Senado
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Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
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Pré-candidatos ao Senado
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Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Pré-candidatos ao governo estadual
Pré-candidatos ao Senado
Alagoas é um dos estados onde um dos principais nomes segue indefinido. João Henrique Caldas (PSDB), o JHC, deixou o cargo de prefeito de Maceió para concorrer às eleições, mas não confirmou se será candidato ao governo. Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) também é cotado, mas não confirmou a pré-candidatura.
No Piauí, Mainha (Podemos), Lúcia Santos (PSDB) e Jesus Rodrigues (Cidadania) lançaram seus nomes, mas devem fechar uma chapa única a depender do resultado das pesquisas. Já no Mato Grosso, Jayme Campos (União) demonstrou interesse em disputar o governo, mas não teve sua candidatura confirmada pelo partido.
No Amazonas, o campo da situação segue indefinido. O grupo governista, liderado pelo ex-governador Wilson Lima (União Brasil), pré-candidato ao Senado, não confirmou se o atual governador Roberto Cidade (União Brasil) tentará a reeleição.
Já no Espírito Santo, o único pré-candidato oficialmente declarado é Ricardo Ferraço. Os demais falam em disputar o cargo, mas não bateram martelo. O mesmo acontece na disputa para o Senado. O único nome confirmado é Renato Casagrande (PSB).
No Ceará, a principal indefinição é sobre quem serão os candidatos ao Senado, tanto pela chap da situação como da oposição. Já no Maranhão, o nome da deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB) tem aparecido com destaque nas pesquisas eleitorais, mas ela ainda não oficializou a pré-candidatura.
No Distrito Federal, uma das principais dúvidas é se o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) poderá se candidatar ao governo ou se segue barrado pela Lei Ficha Limpa. Situação semelhante acontece em Sergipe, em relação à candidatura de Valmir de Francisquinho.
Francisquinho havia perdido os direitos políticos em 2024, após condenação por improbidade administrativa enquanto era prefeito de Itabaiana. Em janeiro de 2026, conseguiu uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendendo a condenação. O cenário, contudo, pode mudar até as eleições.
A situação jurídica também é instável para Denarium (Republicanos), pré-candidato ao Senado em Roraima. Ele foi declarado inelegível por 8 anos em abril, mas deve recorrer da decisão. Já no Acre, o ex-governador Gladson Camelí (PP), pré-candidato ao Senado, está recorrendo de uma condenação do STJ em maio.
Fonte: G1RN
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