RECONHECER E AGRADECER – Roberto Goyano



RECONHECER E AGRADECER –

Nestes tempos estranhos que estamos vivendo a ênfase nos noticiários é sobre a crise múltipla que sofremos. Saúde, política e economia.

São assuntos de suma importância, não restam dúvidas.

Hoje, porém, gostaria de mudar um pouco o foco, há tempos que quero escrever sobre os atores da segurança publica no estado e resolvi fazê-lo.

Uma breve pincelada sobre o extenso programa que vem se aprimorando dia a dia.

Seria impossível, nesse espaço trazer à tona todas as realizações feitas por esses atores e tampouco fazer um tratado sobre segurança.

Tenho acompanhado, desde 2014, a evolução das ações envolvendo a política de segurança pública, primeiro por ter participado da diretoria em uma associação de moradores no bairro de Areia Preta e, por conta disso, ter sido envolvido nessa questão.

Segundo por ter estabelecido uma relação estreita com as forças que operam esse sistema.

Tenho acompanhado o intenso trabalho desenvolvido nessa área pelos secretários que já passaram pela pasta,  os atuais  e pelas forças que atuam no dia a dia.

Essa evolução tem sido expressiva e já trazendo bons resultados aumentando a sensação de segurança num tempo tão difícil.

Acompanhei a introdução da polícia comunitária, aproximando a população das forças policias que, ao longo do tempo, pelo exaustivo trabalho desses abnegados ganharam a sua confiança. A implantação do sistema estadual de inteligência, o plano estratégico de segurança e outras tantas ações que passam desapercebidas do grande público.

No estado do Rio Grande do Norte a falta de recursos materiais e humano é um agravante que torna essa missão quase impossível.

A abnegação dessa tropa é digna de aplausos, tanto a polícia militar quanto a polícia civil atuam no limite da exaustão, esta última, não de forma tão visível, uma vez que atua na área investigativa e de inteligência.

A criminalidade no RN tem sido abalada com um trabalho consistente tanto da polícia civil quanto militar. As ações integradas das polícias gerindo um sistema de inteligência tem feito grande diferença.

Cabe comentar que as forças policiais nem sempre são lembradas da forma como deveriam ser.

Existem, por exemplo, ações sociais desenvolvidas pela PM que sequer são divulgadas, muito embora, basta uma ação que exija demonstração de força para que seja imediatamente lembrada.

Faço uma crítica pessoal, a atuação de diversas ONG´s que atuam na área dos direitos humanos que, quase nunca, estão ao lado das vítimas de um criminoso.

Sempre falei que segurança pública é uma ação conjunta de diversos setores da administração pública, envolve ação social, saúde, esporte e lazer, trabalho e especialmente educação, esta última é a garantia de tempos melhores.

A ação policial é fundamental para garantir a tranquilidade e o seu imediato é a repressão e o policiamento ostensivo, não há outra forma de coibirmos os descaminhos que observamos no dia a dia.

E, sem esquecer, as ações sociais que esta desenvolve, que a aproxima da sociedade, sem a devida cobertura pela imprensa em geral.

O que vemos hoje é uma efetiva redução em diversos índices de criminalidade, por conta do aprimoramento das ações, maior investimento em equipamentos, efetivo, ainda que aquém das necessidades, inteligência e o esforço sobre humano desses incansáveis atores.

Isso nos permite prever tempos melhores.

Por conta disso quero agora poder prestar uma justa homenagem a todos esses homens que arriscam suas vidas para que nós, homens de bem possamos voltar para casa tranquilos.

Deveria tê-lo feito há mais tempo.

Não vou citar nomes, não caberiam neste espaço, mas sei que todos aqueles que tiverem a oportunidade de ler o que escrevi saberão que fazem parte desta extensa lista.

Fica o meu agradecimento, não apenas aos seus comandantes nos diversos níveis, mas a todos que são os atores indispensáveis para a garantia da ordem e da paz.

Sei que não estou sozinho neste reconhecimento que se estende aos que já não estão na ativa.

Deixo meu aplauso, meu agradecimento e reconhecimento pelo que fazem por nós cidadãos comuns.

 

 

 

 

Roberto Goyano – Engenheiro

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